Aprenda a identificar o que está por trás desses sinais e definir a conduta para cada bebê.
Porque o exercício pode até estar certo — mas estar errado para aquele bebê.
Boca aberta e língua baixa são sinais, não diagnósticos. Nessa aula, você vai aprender a investigar as possíveis causas, estabelecer prioridades quando mais de um fator está presente e definir uma conduta individualizada — do raciocínio clínico à intervenção.
Acesso imediato · Exclusiva para fonoaudiólogas e estudantes de Fonoaudiologia
Dois bebês chegam com a boca aberta e a língua baixa. Em um deles, o quadro pode estar relacionado a uma obstrução nasal. No outro, alterações posturais e tensões cervicais podem estar envolvidas. O sinal parece o mesmo — mas a conduta não necessariamente será.
É por isso que não faz sentido escolher o exercício antes de entender o que está sustentando aquele padrão.
Boca aberta e língua mal posicionada podem parecer um problema simples. Mas diferentes fatores podem estar envolvidos e, muitas vezes, mais de um deles está presente no mesmo bebê. Na aula, você vai aprender a diferenciar essas possibilidades e entender como cada uma delas direciona o raciocínio clínico e a conduta.
Ruído respiratório, ronco, sono de boca aberta, lábios ressecados, interrupções frequentes durante a mamada.
Irritabilidade durante e após a mamada, recusa, dificuldade para tolerar volume, língua branca, palato avermelhado.
Dificuldade de elevação da língua, compensação mandibular, padrão mordedor, estalos durante a sucção.
Preferência posicional, inclinação cervical, assimetria facial ou mandibular, preferência por uma das mamas.
Pouco ou nenhum vedamento labial, mandíbula com pouca estabilidade, fadiga precoce, escape de saliva — e, no outro extremo, rigidez e resistência ao toque.
Sucção digital, uso prolongado de chupeta e mamadeira e, nas crianças maiores, alterações dentárias associadas.
Sucção desorganizada, coordenação sucção-deglutição-respiração comprometida, transição alimentar difícil, mastigação ineficiente nas crianças maiores.
O desafio não é perceber que a língua está baixa. É entender por que ela está baixa naquele bebê.
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Fonoaudióloga com mais de 20 anos de experiência clínica, especialista em Motricidade Orofacial, com aprimoramento em Disfagia Neonatal e Pediátrica e em Distúrbios Alimentares Pediátricos.
Atua com bebês e crianças e, desde 2017, dedica-se também à área da amamentação, integrando função oral, alimentação e raciocínio clínico na avaliação do bebê.
Ao longo da sua trajetória, já capacitou mais de 2.500 fonoaudiólogos, levando para suas formações a experiência construída na prática clínica.
Não. A aula está gravada e você pode assistir quando quiser, no seu ritmo.
Você terá acesso por 1 ano e poderá rever a aula quantas vezes quiser durante esse período — inclusive para consultar o conteúdo diante de dúvidas clínicas.
Sim. Assim que a inscrição for confirmada, seu acesso será liberado automaticamente.
Para fonoaudiólogos e estudantes de Fonoaudiologia que atendem bebês — ou que desejam começar a atender — e querem desenvolver mais raciocínio e segurança clínica.
Não. A aula foi construída para desenvolver o raciocínio desde o início: o que observar, como interpretar os achados e como definir a conduta. Quem já atende organiza o raciocínio; quem está começando constrói uma base mais segura para a prática clínica.
As duas coisas. A aula conecta avaliação, raciocínio clínico e intervenção — para que você entenda não apenas o que fazer, mas por que fazer em cada bebê.
Você tem 7 dias após a compra para solicitar o reembolso integral.
Quando desenvolve raciocínio clínico, consegue observar, levantar hipóteses, definir prioridades e construir a conduta para cada bebê.
Gabriella Maia
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