Gabriella Maia · Fonoaudióloga Neonatal e Infantil Quero assistir
Masterclass gravada · Como avaliar e tratar na prática

Boca aberta e língua mal posicionada no bebê

Aprenda a identificar o que está por trás desses sinais e definir a conduta para cada bebê.

Porque o exercício pode até estar certo — mas estar errado para aquele bebê.

Boca aberta e língua baixa são sinais, não diagnósticos. Nessa aula, você vai aprender a investigar as possíveis causas, estabelecer prioridades quando mais de um fator está presente e definir uma conduta individualizada — do raciocínio clínico à intervenção.

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Acesso imediato · Exclusiva para fonoaudiólogas e estudantes de Fonoaudiologia

Gabriella Maia avaliando a cavidade oral de um bebê

O que você vai conseguir fazer depois da aula

  • Reconhecer os fatores que podem estar relacionados à boca aberta e à língua mal posicionada.
  • Definir prioridades terapêuticas de acordo com os achados de cada bebê.
  • Selecionar exercícios com critério, entendendo quando, por que e para quem indicar.
  • Tomar decisões clínicas com mais segurança, mesmo quando há mais de um fator envolvido.
O problema

O sinal é semelhante. A causa também será?

Dois bebês chegam com a boca aberta e a língua baixa. Em um deles, o quadro pode estar relacionado a uma obstrução nasal. No outro, alterações posturais e tensões cervicais podem estar envolvidas. O sinal parece o mesmo — mas a conduta não necessariamente será.

É por isso que não faz sentido escolher o exercício antes de entender o que está sustentando aquele padrão.

Dois bebês com o mesmo sinal clínico: boca aberta e língua em posição baixa
O programa
Parte 1 · Da causa à prioridade
  • As sete causas, uma a uma: sinais de alerta e conduta correspondente.
  • Como conduzir a avaliação global e levantar hipóteses.
  • O que fazer quando o bebê tem mais de uma causa — e como definir a prioridade.
  • O que é conduta médica, interdisciplinar e fonoaudiológica, e quando encaminhar.
  • O que já dá para fazer enquanto a causa não se resolve.
Parte 2 · Da prioridade à terapia
  • As quatro perguntas que vêm antes de tocar no bebê.
  • Parâmetros do estímulo: o que muda entre ativar e inibir.
  • Anatomia orofacial aplicada: a relação da língua com as demais estruturas e os músculos supra-hióideos.
  • Objetivos e possibilidades para hipotonia e para tensão.
  • Exercício ativo, ativo-assistido e passivo.
  • Terapia por faixa etária: recém-nascido até 4 meses, a partir de 4 meses, criança pequena e criança maior.
  • Recursos terapêuticos e critérios de indicação.
Inscrição

Uma aula que muda a ordem das suas decisões.

  • Masterclass completa
  • Acesso imediato após a confirmação
  • 1 ano de acesso ao conteúdo
  • Garantia de 7 dias
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Dra. Gabriella Maia em seu consultório
Quem dá a aula

Dra. Gabriella Maia

Fonoaudióloga com mais de 20 anos de experiência clínica, especialista em Motricidade Orofacial, com aprimoramento em Disfagia Neonatal e Pediátrica e em Distúrbios Alimentares Pediátricos.

Atua com bebês e crianças e, desde 2017, dedica-se também à área da amamentação, integrando função oral, alimentação e raciocínio clínico na avaliação do bebê.

Ao longo da sua trajetória, já capacitou mais de 2.500 fonoaudiólogos, levando para suas formações a experiência construída na prática clínica.

Dúvidas

Antes de se inscrever

A aula é ao vivo?

Não. A aula está gravada e você pode assistir quando quiser, no seu ritmo.

Por quanto tempo tenho acesso?

Você terá acesso por 1 ano e poderá rever a aula quantas vezes quiser durante esse período — inclusive para consultar o conteúdo diante de dúvidas clínicas.

Terei acesso imediato?

Sim. Assim que a inscrição for confirmada, seu acesso será liberado automaticamente.

Para quem é?

Para fonoaudiólogos e estudantes de Fonoaudiologia que atendem bebês — ou que desejam começar a atender — e querem desenvolver mais raciocínio e segurança clínica.

Preciso já atender bebês para acompanhar?

Não. A aula foi construída para desenvolver o raciocínio desde o início: o que observar, como interpretar os achados e como definir a conduta. Quem já atende organiza o raciocínio; quem está começando constrói uma base mais segura para a prática clínica.

É uma aula teórica ou prática?

As duas coisas. A aula conecta avaliação, raciocínio clínico e intervenção — para que você entenda não apenas o que fazer, mas por que fazer em cada bebê.

E se não for o que eu esperava?

Você tem 7 dias após a compra para solicitar o reembolso integral.

Para fechar

Quando você aprende apenas exercícios, depende de alguém para dizer o que fazer.

Quando desenvolve raciocínio clínico, consegue observar, levantar hipóteses, definir prioridades e construir a conduta para cada bebê.

Gabriella Maia

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