Gabriella Maia · Fonoaudióloga Neonatal e Infantil Quero assistir
Masterclass gravada · Como avaliar e tratar na prática

Boca aberta e língua mal posicionada no bebê

Aprenda a identificar o que está por trás desses sinais e definir a conduta para cada bebê.

Porque o exercício pode até estar certo — mas estar errado para aquele bebê.

Boca aberta e língua baixa são sinais, não diagnósticos. Nessa aula, você vai aprender a investigar as possíveis causas, estabelecer prioridades quando mais de um fator está presente e definir uma conduta individualizada — do raciocínio clínico à intervenção.

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Acesso imediato · Exclusiva para fonoaudiólogas e estudantes de Fonoaudiologia

Gabriella Maia avaliando a cavidade oral de um bebê

O que você vai conseguir fazer depois da aula

  • Reconhecer os fatores que podem estar relacionados à boca aberta e à língua mal posicionada.
  • Definir prioridades terapêuticas de acordo com os achados de cada bebê.
  • Selecionar exercícios com critério, entendendo quando, por que e para quem indicar.
  • Tomar decisões clínicas com mais segurança, mesmo quando há mais de um fator envolvido.
O problema

O sinal é semelhante. A causa também será?

Dois bebês chegam com a boca aberta e a língua baixa. Em um deles, o quadro pode estar relacionado a uma obstrução nasal. No outro, alterações posturais e tensões cervicais podem estar envolvidas. O sinal parece o mesmo — mas a conduta não necessariamente será.

É por isso que não faz sentido escolher o exercício antes de entender o que está sustentando aquele padrão.

Dois bebês com o mesmo sinal clínico: boca aberta e língua em posição baixa
As causas

Sete possíveis origens. Um mesmo sinal clínico.

Boca aberta e língua mal posicionada podem parecer um problema simples. Mas diferentes fatores podem estar envolvidos e, muitas vezes, mais de um deles está presente no mesmo bebê. Na aula, você vai aprender a diferenciar essas possibilidades e entender como cada uma delas direciona o raciocínio clínico e a conduta.

01

Alterações respiratórias

Ruído respiratório, ronco, sono de boca aberta, lábios ressecados, interrupções frequentes durante a mamada.

02

Refluxo e desconforto gastrointestinal

Irritabilidade durante e após a mamada, recusa, dificuldade para tolerar volume, língua branca, palato avermelhado.

03

Alterações do frênulo lingual

Dificuldade de elevação da língua, compensação mandibular, padrão mordedor, estalos durante a sucção.

04

Tensões e assimetrias

Preferência posicional, inclinação cervical, assimetria facial ou mandibular, preferência por uma das mamas.

05

Alterações de tônus

Pouco ou nenhum vedamento labial, mandíbula com pouca estabilidade, fadiga precoce, escape de saliva — e, no outro extremo, rigidez e resistência ao toque.

06

Hábitos orais

Sucção digital, uso prolongado de chupeta e mamadeira e, nas crianças maiores, alterações dentárias associadas.

07

Disfunções orais

Sucção desorganizada, coordenação sucção-deglutição-respiração comprometida, transição alimentar difícil, mastigação ineficiente nas crianças maiores.

O desafio não é perceber que a língua está baixa. É entender por que ela está baixa naquele bebê.

O programa
Parte 1 · Da causa à prioridade
  • As sete causas, uma a uma: sinais de alerta e conduta correspondente.
  • Como conduzir a avaliação global e levantar hipóteses.
  • O que fazer quando o bebê tem mais de uma causa — e como definir a prioridade.
  • O que é conduta médica, interdisciplinar e fonoaudiológica, e quando encaminhar.
  • O que já dá para fazer enquanto a causa não se resolve.
Parte 2 · Da prioridade à terapia
  • As quatro perguntas que vêm antes de tocar no bebê.
  • Parâmetros do estímulo: o que muda entre ativar e inibir.
  • Anatomia orofacial aplicada: a relação da língua com as demais estruturas e os músculos supra-hióideos.
  • Objetivos e possibilidades para hipotonia e para tensão.
  • Exercício ativo, ativo-assistido e passivo.
  • Terapia por faixa etária: recém-nascido até 4 meses, a partir de 4 meses, criança pequena e criança maior.
  • Recursos terapêuticos e critérios de indicação.
Inscrição

Uma aula que muda a ordem das suas decisões.

  • Masterclass completa
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Dra. Gabriella Maia em seu consultório
Quem dá a aula

Dra. Gabriella Maia

Fonoaudióloga com mais de 20 anos de experiência clínica, especialista em Motricidade Orofacial, com aprimoramento em Disfagia Neonatal e Pediátrica e em Distúrbios Alimentares Pediátricos.

Atua com bebês e crianças e, desde 2017, dedica-se também à área da amamentação, integrando função oral, alimentação e raciocínio clínico na avaliação do bebê.

Ao longo da sua trajetória, já capacitou mais de 2.500 fonoaudiólogos, levando para suas formações a experiência construída na prática clínica.

Dúvidas

Antes de se inscrever

A aula é ao vivo?

Não. A aula está gravada e você pode assistir quando quiser, no seu ritmo.

Por quanto tempo tenho acesso?

Você terá acesso por 1 ano e poderá rever a aula quantas vezes quiser durante esse período — inclusive para consultar o conteúdo diante de dúvidas clínicas.

Terei acesso imediato?

Sim. Assim que a inscrição for confirmada, seu acesso será liberado automaticamente.

Para quem é?

Para fonoaudiólogos e estudantes de Fonoaudiologia que atendem bebês — ou que desejam começar a atender — e querem desenvolver mais raciocínio e segurança clínica.

Preciso já atender bebês para acompanhar?

Não. A aula foi construída para desenvolver o raciocínio desde o início: o que observar, como interpretar os achados e como definir a conduta. Quem já atende organiza o raciocínio; quem está começando constrói uma base mais segura para a prática clínica.

É uma aula teórica ou prática?

As duas coisas. A aula conecta avaliação, raciocínio clínico e intervenção — para que você entenda não apenas o que fazer, mas por que fazer em cada bebê.

E se não for o que eu esperava?

Você tem 7 dias após a compra para solicitar o reembolso integral.

Para fechar

Quando você aprende apenas exercícios, depende de alguém para dizer o que fazer.

Quando desenvolve raciocínio clínico, consegue observar, levantar hipóteses, definir prioridades e construir a conduta para cada bebê.

Gabriella Maia

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